Acererak: Visionário, Tirano, Louco, Megalomaníaco

    Há muito tempo a relação entre Acererak e os Alto-Sacerdotes da Morte Negra tem se estreitado; e foi através destas negociações que a Mão Vermelha da Perdição conseguiu arrecadar milhares de seguidores goblinóides. Os exércitos de Iuz vinham somando vitórias e mais vitórias em todas as suas frentes de batalha e Acererak conseguia cada vez mais cobaias para seus experimentos doentios. Somente com a intervenção da Garra de Furyondy esta onda de massacres aos reinos dos homens, anões e elfos encontrou algumas derrotas consideráveis. Leia o resto deste post »

Atlas Demonweb-Greyhawk



Este mapa ilustra as regiões de Oerth em que a Demonweb de alguma forma participou em aventuras. A única região que ficou de fora foi a do Reino de Nyrond, este reino foi palco de uma artimanha feita por um anão “mago” para aniquilar um grupo que há muito tempo atrás havia atrapalhado os seus planos de dominação do mundo. Num outro post eu explico melhor sobre esta aventura épica.

A medida que as descrições forem sendo colocadas no blog, procurarei identificar neste mapa onde ocorreram os principais eventos.

Southmarsh: Início da campanha do Temple of Elemental Evil;

Village of Hommlett: Vila próxima ao Temple of Elemental Evil;

Castle Hart: Castelo sede da Cavalaria da Vigília e Defesa Sagrada, que foi salvo pela CEMMel da total aniquilação por um exército de Gigantes, Trolls, Orcs, Ogros, Cyclopes, Ettins e etc.;

Gull Keep: Forte das Gaivotas, que serviu como posto avançado para a Garra de Furyondy e foi destruído pelo Tsojcanth juntamente com todo o exército de Iuz em Vesve;

Doraaka: Capital do Império de Iuz, onde fica o Castelo de Ferro, local em que o Iuz foi aprisionado pela Garra de Furyondy;

Sunless Citadel e Forge of Fury: Locais onde ocorreram as primeiras aventuras com o grupo de RPG composto pela minha mãe, irmãs, sobrinha, esposa, amiga da minha esposa e cunhada.

A Queda do Forte das Gaivotas

Uma das características mais interessantes do RPG é a capacidade de nos fazer imaginar. Durante uma sessão de RPG, muitas vezes, nós estamos sentados em volta da mesa, olhando para a ficha de nosso personagem ou folheando um livro, pensando na magia ideal para utilizar, ou numa habilidade que podíamos ter usado. Outros jogadores estão também introspectivos, apenas um ou dois estão interagindo efetivamente com a história, imaginando o que está ocorrendo em volta de seu personagem. Na maior parte do tempo é isto que ocorre. Mas quando o Mestre inicia a narração de um momento importante, os jogadores param o que estão fazendo e começam a olhar mais atentamente, apesar de os olhos serem irrelevantes. Todos viajam com a descrição para dentro de um imaginário coletivo, e neste momento, sentem-se maravilhados com o que está ocorrendo a sua volta (na verdade, em volta de seu personagem). Esta sensação de embasbacamento deixa uma marca em nossas memórias, e nos faz lembrar por muito tempo daquela cena descrita. Não são as palavras que ficam, mas a imagem, o cheiro, a dor, a alegria que seus personagens vivenciaram.

O Demonweb Awards para a Melhor Imagem ou Cena  busca resgatar estes momentos inesquecíveis. Nós, como jogadores, estamos nessa hora no maior nível de imersão possível, portanto pensamos muito como nossos personagens, e provavelmente por isso a escolha de qual cena votar para este prêmio tenha sido uma das mais difíceis. Temos que relembrar a cena, sentir o que nossos personagens passaram, e tentar imaginar qual foi a sensação mais intensa.

Dentre os indicados, tivemos:

- Cenas de combate cinematográficas, que poderiam se encaixar facilmente em filmes como Matrix ou Senhor dos Anéis;

- Cenas de imensa alegria, que poderiam ser comparadas com uma vitória da sua seleção num jogo difícil e importante;

- Imagens belas e atrativas, que demoram a sair do nosso imaginário.

Mas a imagem vencedora foi a mais descomunal, a cena que por sua grandiosidade fez todos, senão os jogadores, pelo menos os personagens, pararem boquiabertos enquanto ela ocorria.

O Forte das Gaivotas foi palco de um grande combate da Garra de Furyondy, que culminou com uma grande retirada do exército de Iuz na Floresta de Vesve. Foi a partir dali que a Garra começou a causar algum dano ao Império de Iuz. Além de ter este significado importantíssimo, o Forte começou a servir de residência para vários membros da Garra, e todos se reuniam ali quando precisavam pensar sobre qual estratégia ou rumo tomar.

O Tsojcanth, até o momento da cena, era um mago extremamente poderoso, libertado pelo grupo de uma prisão dimensional com a promessa de ajudá-los na luta contra as forças de Iuz. Alguns temiam que salvá-lo poderia ser um erro, mas a possibilidade de uma grande ajuda, além da vacância na prisão interplanar capaz de conter Iuz, foram mais fortes que qualquer medo ou prudência. Após adquirir a liberdade, por algumas semanas Tsojcanth auxiliou os exércitos de Furyondy nas fronteiras do norte, e depois disso se juntou novamente ao grupo com uma idéia que seria capaz de aleijar definitivamente o exército de Iuz na Floresta de Vesve.

Tsojcanth utilizou seu conhecimento milenar sobre a região, e sua habilidade mágica superior, para auxiliar o grupo a fazer os generais de Iuz pensar que muitas tropas de Furyondy estavam se aglomerando ameaçadoramente no Forte das Gaivotas. Os dois generais de Iuz da região, “secretamente” reuniram todas as suas forças e marcharam impiedosamente para o forte, vendo esta como a oportunidade de dar o troco a Garra e ao Reino de Furyondy. Na verdade o Forte das Gaivotas estava praticamente vazio, estavam lá apenas a Garra de Furyondy e duas centenas de leais seguidores. No último momento da investida do exército de gigantes, goblinóides, demônios e humanos seguidores de Iuz, todos os seguidores da Garra foram teleportados para longe do perigo e a Garra repousou numa encosta alta, de onde podiam observar a invasão. Quando as muradas do Forte foram destruídas e os primeiros inimigos começaram a entrar, Tsojcanth ativou a magia latente no Forte das Gaivotas e o fez implodir, causando uma fissura na terra que soterrou e destruiu todo o exército inimigo. Devido a cratera criada, as águas do Lago Whyestil invadiram a região, mudando para sempre a configuração do terreno.  Enquanto todos assistiam a cena, descrentes em seus próprios olhos, Tsojcanth apareceu atrás da Garra, com um sorriso orgulhoso e malicioso.

Onde antes ficava o Forte das Gaivotas, hoje há uma baía e as terras no entorno são charcos.

A Garra de Furyondy

A Garra de Furyondy é um grupo que surgiu nas fronteiras norte de Furyondy. Esta região vive há muitos anos em constantes guerras contra o exército de Iuz. Este grupo iniciou suas atividades eliminando orcs e goblinóides da região, até conseguirem causar uma ferida grande no exército inimigo eliminando a Mão Vermelha das Trevas. A partir dali várias atividades os levaram ao aprisionamento de Iuz e a aniquilação das suas tropas em todo o Noroeste da fronteira de Furyondy.

Abaixo seguem os seus membros:

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Discussão sobre a campanha off-game

 Este espaço é para conversarmos sobre o que achamos das sessões de jogo, o que podemos fazer para melhorar, nossas opiniões como jogadores.

Discussão sobre a campanha In-game

 Este artigo é para discussões referente a campanha de Greyhawk, de acordo com o ponto de vista dos personagens.

 Agora que estamos no fim, as decisões em role-playing serão essenciais para podermos determinar o desfecho da campanha.

Resumo White Plume Mountain

PCs: Brace (Rubens), Rob Dylan (Marco), Hans (Rafael) e Djorkaeff* (Gustavo) / NPCs: Racoon

 *não lembro o nome do PC do cara.

 O grupo de aventureiros que se embrenhou na Montanha da Pluma Branca atingiu seu objetivo já no final da sessão anterior, conseguindo reunir Leia o resto deste post »

Reminiscências de Yuu Trapmest – Parte I

O tempo estava nublado, era uma região cercada de montanhas.
- O que… onde estou?!? O que aconteceu? – Um raio rasga o céu anunciando o início de uma tempestade. Leia o resto deste post »

O Encontro com Acererak

 A Garra de Furyondy finalmente conseguiu chegar na sala do Boss. Pelo menos achávamos que era, porém, a criatura com cara esquelética e robes de magos disse que o mestre dele era Acererak, ele era um reles súdito. Leia o resto deste post »

Demonweb-Greyhawk

 No decorrer dos últimos 8 anos eu mestrei muitas campanhas ambientadas no mundo de Greyhawk. Comecei quando ainda estava mestrando a Imensa Campanha da CEMMel pelos planos, quando seus membros receberam um convite para ir até Oerth, no reino de Geoff, e ajudar o país que estava dominado por gigantes e muito próximo de ser extinto. O grupo aceitou e começou um trabalho imenso de expulsão das forças dos gigantes no reino.

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