A Garra de Furyondy finalmente conseguiu chegar na sala do Boss. Pelo menos achávamos que era, porém, a criatura com cara esquelética e robes de magos disse que o mestre dele era Acererak, ele era um reles súdito. Leia o resto deste post »
Callahan “Sangue Negro” Jones
13 de Maio de 2008 às 23:09 (Contos e Lendas Heróicas)
Callahan “Sangue Negro” Jones,
Humano (¼ orc) Ranger 2/ Guerreiro 4/ Mestre das Armas Exóticas 3
(pronto para entrar na classe Justicar)
“Callahan passava as mãos no rosto e sentia o liquido que escorria de seus olhos, era a primeira vez que lágrimas rolavam de seu rosto, mas não era a tristeza de perder seu pai era a alegria do que estava vendo durante o enterro…”
Seu pai Jake Jones sempre foi um guerreiro aplicado e dedicado, Leia o resto deste post »
Hadin Gar-Khan, O Justo Suel
12 de Maio de 2008 às 10:06 (Contos e Lendas Heróicas)
Feiticeiro mestre, justo, benevolente, misericordioso. Em algumas vilas por onde passou, mesmo no começo de sua carreira, era conhecido como um homem santo.
Sabendo que nascera com um dom raro para controlar a magia – mesmo entre os de sua raça, Hadin Gar-Khan escolheu o caminho de aventuras por sempre considerar pequeno o lugar onde vivia. Saiu, assim, em busca de novos modos de ver as coisas (o que, aliás, sempre o fascinou como usuário de magia). Vagou por Oerth, preocupado em não corroborar a imagem de que os Suel são um povo desprezível, ou no mínimo arrogante.
Aos poucos, percebendo que a cada nova aventura, a cada nova descoberta, seu controle sobre a magia ia aumentando, compreendeu o que sempre sentiu no seu íntimo: quanto mais você conhece, daquilo que você vê e do que não vê, mais pode transformar. “Tudo tem um potencial para ser transformado”, diz. E isso ele gosta muito de fazer. Seus poderes mágicos inatos, eles próprios, foram se desenvolvendo, aumentando as possibilidades de interferir no mundo e em si. Seu caráter, no entanto, sempre foi firme: nem tudo deve ser transformado por magia. Especialmente, um ser vivo não deve, em suas emoções, em suas convicções, ser transformado por magia. Não há violação maior do que controlar a mente de alguém.
Isso nunca foi impedimento, entretanto, para que Hadin use de seu carisma sobrenatural para travar relações dinâmicas e intensas com seus interlocutores. Qualquer um fica fascinado depois de alguns minutos a seu lado.
Sua relação com a religião, de maneira geral, sempre foi um pouco distante. Hadin sempre considerou os dogmas como algo muito estanque, e as igrejas, em suas estruturas, instituições presas a ritos convicções, hierarquias… Isso, talvez, o tenha afastado do caminho da fé, apesar da sua índole. Tudo isso, no entanto, começou a mudar…
Vaeri Ux Fintir Charirdarastrix Tibur Vaercasin Caelendis Mendeliir
03 de Maio de 2008 às 21:19 (Contos e Lendas Heróicas)
Criado por uma família influente de elfos nobres em Chendl, Caelendis Mendeliir sempre viveu tendo acesso fácil ao que queria. Vivendo em direto contato com cortes élficas e nobres de Furyondy, ele cortejava jovens donzelas, tanto humanas como elfas, o que gerava algum atrito com a sua família. Nas academias, sob treinamento de grandes espadachins, treinava sua agilidade e habilidade com o Sabre, e durante a noite vivia em festas regados aos melhores vinhos da Flanaess (muitas vezes financiadas por sua própria família).
A triste história de Elanor, o Elfo
02 de Maio de 2008 às 10:34 (Contos e Lendas Heróicas)
Tendo crescido em uma pequena e pacata vila élfica, Elanor sempre teve que disputar a atenção dos pais com o seu irmão mais velho, Aranil. Aranil era o primogênito, mas como se isso não bastasse ele era mais alto, mais forte (até mesmo para os padrões élficos) e mais popular na vila. Em todos os jogos de criança Aranil era o melhor, e como se o destino fizesse questão de caçoar das pessoas, Elanor sempre era o último. Ele cresceu sendo apenas uma sombra do seu irmão, ignorado pela sua família e pelos vizinhos.
Com o passar dos anos, Aranil tornou-se forte e bravo, vindo a tornar-se um paladino élfico enquanto seu irmão, apesar de todos os seus esforços para provar o seu valor e provar que também poderia ser tão glorioso quanto o seu irmão, não passava de um mero mateiro, tentando entender os segredos das matas, o que parecia fácil demais para a maioria dos elfos. Elanor precisava provar o seu valor. Ele tinha uma boa relação com o seu irmão, entretanto, ele precisava provar não apenas para os habitantes da vila e para os seus parentes, mas para si mesmo que ele tinha tanto potencial quanto Aranil. Infelizmente ele não tinha tal potencial.
Leia o resto deste post »
As Crônicas de Athyus – Entre a Ordem e o Coração
24 de Abril de 2008 às 18:59 (Contos e Lendas Heróicas)
No debut literário do nosso amigo Gustavo, ele escreve sobre a pós vida de Athyus, seu personagem na campanha de Greyhawk, morto meses atrás.
Segue o texto:
As Crônicas de Athyus – Entre a Ordem e o Coração
No interior de um quarto mal iluminado por velas, incensos espalhados liberam sua fumaça pela penumbra, um mouro corpulento com cabelos rastafari até a cintura ajoelhado no centro, em frente ao altar ora para sua divindade em busca de respostas para o sonho. Há um símbolo sagrado de prata na forma de uma rebuscada cruz dentro de um circulo incrustado com rubis em suas mãos, o mesmo desenho do símbolo no peito da sua armadura completa…
“Que som foi esse?”
…de olhos fechados, imagens cintilam na escuridão da sua mente: Um orc segurando uma tocha comum revela com sua fraca chama a aparência de pedra de seu sinistro dono…
“Estamos sendo atacados! Acordem! ACORDEM RÁPIDO!”
…chamas do inferno explodem no centro de um grande quarto redondo revelando o Lorde das Profundezas com um elfo meio-diabo medíocre em suas garras, o Lorde o atira para o grupo à sua frente e observa com um sorriso malévolo a Garra estraçalhá-lo em instantes…
“HOBGOBLINS! ELES FIZERAM UMA EMBOSCADA, RÁPIDO, JOSEPH, SAREEN, ATHYUS, YUU, ACORDEM!”
…em meio ao caos de chamas, o Balor com as costas de suas garras encostadas uma na outra perfura o abdômen da Yuu, prestes a rasgá-la em duas, é o início do desespero e fúria; a cabeça do demônio à metros de distância com o ombro esmagado até o centro do tórax, esta parte separada da parte inferior de seu corpo ao lado, é o fim da fúria, início do alívio…
“Droga meninos eu avisei que era perigoso eu avisei eu avisei!”
…gritos de vitória cortam o ar da Brindol em chamas, o gigante corpo do dragão vermelho inerte como troféu… a batalha no ar de igual para igual contra o wyrmlord, o ódio em seu olhar… a impotência contra o lich…
“Athyus! Joseph o Athyus, o Athyus, ele não acordou, eles vão matá-lo!”
…o encontro do necromante na masmorra mortal e a aliança com a garra…
…a flecha gigante atravessando seu corpo frágil por completo ao seu lado…
“Droga (bocejo), COLUNA DE CHAMAS!”
…em meio à penumbra do quarto mal iluminado surge no altar a figura de um homem de cabelos e barba grisalhos e compridos em sua armadura prateada, então o mouro suplica:
“Ó servo de St. Cuthbert, está nossa divindade suprema satisfeita com meu progresso como seu inquisidor sagrado de sua ordem?”
“Oh meu deus, meu deus! Mataram ele, mataram o Athyus, NÃO…”
…o velho admira com satisfação o homem em dúvidas à sua frente, e então lhe responde:
“Estou.”
CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO