Hmpf, tá muito quente, e ficam gastando energia.
Molengas.
E aquele profanador? Minha boca fica mais seca quando ele faz magia.
Malditos, perseguindo a gente. Vou desviar o caminho, e quando eles passarem, vou afundar as costelas de cada um.
Areia.
Os miseráveis não lutam por suas vidas, lutam porque acreditam que podem ter alguma dignidade. Imbecis.
Vamos.
Febre. Fracos.
Esse “forte Kalvis” é um absurdo.
Quem é que deixa um bando de elfos carregados de contrabando fazer comércio num forte controlado por uma cassa mercante respeitada?
Não dá prá levá-los a sério…
Um trabalho. Parece fácil, mas muitos provavelmente morrerão.
Fico na porta, pra agir rápido quando acontecer alguma coisa.
Prá que investigar, prá que investigar esse buraco?
Só pra se incomodar, só pra entregar o suor pra terra.
Humf.
Punho. Rápido. Não consigo ser rápido. Não consigo me mexer!
Punhos. Fortes.
Prá quê?
Não.
Acabou
Saudades de Utaa.
Fábio Medeiros disse,
24 de agosto de 2010 às 17:08
tentem comparar os pensamentos dele com os acontecimentos no post: Dark Sun Segunda Sessão.
Gustavo disse,
24 de agosto de 2010 às 20:54
É… e parece mais rápido de escrever também.
Vou TENTAR mandar um resumo nessa estrutura também.
Fábio Medeiros disse,
24 de agosto de 2010 às 22:57
Nem sempre, se você fizer direitinho mesmo pode demorar ter que lembrar tudo o que aconteceu, o que estava pensando na hora, a sequencia de eventos.
Diogo disse,
27 de agosto de 2010 às 9:56
Cara, eu levei dois dias!
Na verdade fiquei lapidando, pq queria transmitir o jeitão do personagem, e não só o conteúdo.
Como ele é seco, pragmático, e um tanto ranzinza, não quis ficar “narrando” e comentando os detalhes dos acontecimentos.
E quis dar um tom meio misterioso.
Por isso ficou assim, “enxuto”. Não foi por preguiça ou economia não!
hehehe
E a postagem no blog ainda desconfigurou algumas questões estilísticas, como a distribuição em parágrafos, e o espaçamento entre as linhas (que não era uniforme).
Abração!