Diário de Narena

31/07/2010 – Sábado – Segunda Sessão

Dark Sun – Diário de Narena

“Certos trabalhos devem ser aceitos sem pestanejar…outros…bom, são exatamente estes trabalhos que nos tornam eternos. Trabalhar para casas mercantes é algo comum neste imenso deserto. Muitos mercenários o fazem pelo pagamento e visibilidade. Trabalhar para uma casa pequena tem suas vantagens e desvantagens. Se bem sucedido o trabalho pode pagar melhor do que você esperava pois a casa entra em um processo de ascensão. Se mal sucedido, você será apenas mais uma que pereceu no deserto.”

“Aceitei trabalhar para a casa de Fyra. Deveria cruzar as planícies salinas acompanhando uma caravana composta por apenas um anão, Orsik. Saímos da cidade com todos seus parentes rindo do pequeno aventureiro e sua guarda-costas. A viagem foi cruel, perdemos nossas montarias e grande parte do estoque de comida e água. O deserto pode ser cruel, mas o sal (desejado sal…) se mostrou implacável. Durante a viagem descobri que Orsik é filho do dono da casa mercante e que esse era seu primeiro trabalho de campo. Me pareceu ser um homem de boa índole algo que, devo admitir, não me é comum.”

“Chegamos em Fort Kalvis a ficamos a espera da caravana mercante. Depois de muito tempo de espera um homem magro acompanhado de um outro, muito forte mas com aspecto nojento, chegou a nosso encontro. O homem magro disse que seu nome era Lin Feng, representante da casa de Tsalaxa, de Draj. Ficaram um bom tempo negociando, algo que me entediou muito, mas acabaram decidindo por estabelecer uma rota comercial entre Saltview e Fort Kalvis. Fiquei de acompanhar o anão junto de uma nova frota de mercenários…”

“Um elfo, um Thri-Kreen, um Halfling e um meio-elfo…devo dizer que nunca tinha visto um grupo de mercenários tão….únicos………imaginei que o meio-elfo e o elfo se matariam, o halfling comeria os restos de quem perdesse e o Thri-Kreen comeria todo mundo. Mas acontece que eles se davam muito bem…realmente impressionante.”

“Ficamos de partir na noite do dia seguinte, depois que arrumassem nossa caravana (ou melhor que domassem o grande Mekillot). Nossa partida foi um grande evento no forte. Muitas pessoas se aproximavam para ver o acontecimento mas se afastavam ao ver o gigante. Ficaram um dia inteiro domando o animal e partimos durante a noite.”

“A viagem estava tranqüila, até que paramos para ver um brilho estranho próximo a entrada de uma caverna. Acompanhei o grupo e principalmente o anão. Deparamos-nos com uma árvore petrificada. Nada de mais… resolvemos dar meia volta e retornar a caravana, mas fomos atacados por criaturas que saíram da terra.”

“A batalha foi feroz, mas não causou grandes danos ao grupo. Pude perceber de que forma os mercenários conduzem o combate. Percebo que o meio-elfo é usuário de magia, o que o faz um homem perigoso…depois do feroz combate, o elfo se aproximou da caverna para recolher alguns objetos de valor. Ele nos disse que havia uma ossada de um animal extinto a muito tempo. Resolvemos que seria uma boa idéia investigar a caverna.”

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.