Raças de Darksun – os Muls

Muls são mestiços entre humanos e anões. Eles são fortes e resilientes como anões, e altos e ágeis como humanos. Tornando-os verdadeiras máquinas de guerra.

Medem de 1.80m a 2.10m e chegam a pesar em torno de 150 kg. São extremamente musculosos, o percentual de gordura no corpo é sempre mínimo. A pele é clara com tons dourados devido a exposição ao sol. Não possuem pelos no corpo (nem cabelo), e sua testa é levemente proeminente, além das orelhas serem arredondadas mas com pontas pequenas.

Humanos e anões não reproduzem por amor ou em matrimônio. Eles são induzidos a reproduzir para gerar os muls. Muls são estéreis, e não tem como nascer de outra forma que não seja da união de humanos e anões. Proprietários de escravos criam muls (como se cria animais de raça – imaginem criadores de cavalos, ou de pit-bulls) para que eles sejam gladiadores, ou trabalhadores braçais, já que um mul vale por uma dezena de escravos de qualquer outra raça.

Eles costumam ser obedientes e aplicados, além de excepcionais no seu trabalho, suportando mais de dois dias de trabalho ininterruptos sem reclamar e sem perder produtividade, o que explica porque são muito mais caros. Geralmente o Mul nasce com algum objetivo já definido para ele, ser gladiador, trabalhar nas minas, na agricultura, etc.

São poucos os casos em que um Mul nasceu e sua mãe continua viva. É normal nascerem com mais de 7, 8 até 9 quilos. Pelo seu tamanho e estrutura física, o mul enfraquece a mãe enquanto está no seu ventre , e no nascimento a mãe morre. Seja ela humana ou anã. Muitas mulheres escravas são escolhidas para poderem dar a luz a muls promissores, os dois já tendo os seus destinos marcados.

Mas existem várias formas de um Mul ganhar a liberdade. O seu progresso nas arenas de gladiadores pode se mostrar tão valioso que ele chega a se tornar um soldado ou tenente, ganhando a liberdade pela lealdade que demonstra. Além disso podem ter fugido, seus mestres podem ter morrido, etc. Mas um mul é um escravo muito valioso para que seus proprietários aceitem tranquilamente sua saída/sumiço.

Raramente alguns acabam seguindo uma profissão menos braçal, como shamans, psionicos ou até mesmo arcanos. Aqueles que cresceram acostumados com o açoite do capataz  tendem a ser nervosos e ter reações violentas.

Dependendo da cidade-estado que vivem, ou mesmo da sua função e do seu proprietário, os escravos são tratados de maneira diferente. Alguns são tratados praticamente como homens livres, enquanto outros são açoitados todos os dias e não comem a não ser quando estão perto de morrer.

1 Comentário

  1. Guilherme Göltork disse,

    12 de maio de 2010 às 16:49

    Essa é uma raça que eu estou deveras ansioso pra jogar em DS!


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