Todo o grande herói tem um vilão maior ainda que o faz brilhar. Aliás, de que adiantaria um superherói se não tivéssemos supervilões para que ele precisasse vencer. Este contraste entre escuridão e luz faz o herói parecer maior e melhor.
Nas histórias de RPG nossos heróis são os jogadores, geralmente um grupo grande, o que leva a necessitar de um grupo também grande de inimigos – ou pelo menos um com poderes quase que ilimitados.
A Demonweb teve em sua história algumas campanhas, jogadas nas mais diversas ambientações – Darksun, Planescape, Forgotten Realms, Dragonlance, Ravenloft, Europa Mítica (do ARS Mágica), WoD, etc. – E em todas elas pudemos confrontar grandes vilões que criavam motivos para os nossos heróis existirem e ganharem fama e notoriedade.
Acredito que todos que jogaram as campanhas não esquecem do Brian Wyvernspur, do Grim Marvent, dos Urikites, dos Stag Runners, dos Githyankis, etc..
Através do D&D Encounters Creature Competition, eu pude perceber que a Demonweb já encontrou e se degladiou com boa parte dos grandes vilões do D&D. Para os que não conhecem, o Creature Competition é um poll para definir qual será o vilão do terceiro D&D Encounters. Confira Aqui os vilões que estão no páreo, você pode até fazer a sua aposta.
Nos momentos mais atuais da Demonweb, passamos por muitos inimigos poderosos e memoráveis, principalmente porque nossa campanha de Greyhawk foi feita para podermos vivenciar algumas das aventuras clássicas mais famosas do D&D. Tivemos richas com Tiamat na Red Hand of Doom, com Acererak na Tomb of Horrors, com o Keraptis em várias personificações na White Plume Mountain. Estes três inimigos já são o suficiente para algumas gerações de aventureiros. Mas além deles surgiram Tsojcanth e seu pai Fraz Ur-B’lu que as vezes um parecia amigo, as vezes os membros da Garra de Furyondy achavam que eles eram a mesma entidade, as vezes achavam que eram inimigos entre si.
Apesar de todos esses nomes de peso entre os candidatos para o Demonweb Awards de Melhor Vilão, quem recebeu essa honra foi Iuz, o Maligno. O principal motivo para receber este prêmio é a sua recorrência. Iuz é um vilão que não pôde ser esquecido por toda a sequência de aventuras que fizemos da Garra de Furyondy. Isto que jogamos do nível um ao nível vinte e um. Certo que a campanha da Garra de Furyondy terminou com o seu enclausuramento, mas toda a história da Garra girou em torno de Iuz e dos movimentos de suas tropas e seus seguidores pelo mundo.


Diogo disse,
10 de maio de 2010 às 8:02
Opa!
Faltou citar o terrível Tenorius Gladstone, e também aquele monte de gente bizarra que a gente perseguiu a campanha de Kutulú!
Mas o que eu penso é: nossas campanhas têm sido realmente épicas…!
Fábio Medeiros disse,
10 de maio de 2010 às 22:37
Alguns faltaram… de Cthulhu eu não lembrei mesmo, do Tenorius, estou pensando em fazer um especial sobre todos os Gladstone.
Fábio Medeiros disse,
13 de maio de 2010 às 23:24
O primeiro desenho é de Grazz’t e Iggwilv.
- Grazz’t foi um grande inimigo da CEMMel, junto com Grim Marvent e Dispater.
- Iggwilv foi (ou é) uma das maiores bruxas do D&D.
E os dois são os pais de Iuz. Iggwilv é também mãe de Tsojcanth.