Dragonlance – Kindred Spirits – Resumo Parte 5

Antes de iniciar a caçada ao Tylor, houve uma discussão com relação à montaria de Xenoth, o mesmo não possuía uma e queria cavalgar um cavalo muito xucro. Tanis aconselhou o Lorde usar uma égua mais tranquila, qual ele mesmo teria montado durante muito tempo. Xenoth sentiu-se humilhado e xingou Tanis de bastardo.

***

Os voluntários, meia hora depois, estavam cavalgando no rastro do Tylor. Cavalgaram por várias horas quando chegaram em um trecho que deveriam atravessar uma ravina. Houve uma discussão sobre dar a volta ou tentar pular. Flint disse ser impossível pular com uma mula e Xenoth não conseguiria. Tanis insistiu a Tyresan para darem a volta, mas Gilthanas adiantou seu cavalo e pulou. Os demais elfos fizeram o mesmo deixando Tanis, Flint e Xenoth para trás. Porthios disse para os 3 voltarem ao palácio.

Alguns instantes depois a criatura apareceu para os 3. O Tylor atacou o cavalo de Xenoth fazendo este fugir horrorizado com o estraçalhamento do cavalo. O monstro vira para Xenoth (que se escondeu em um arbusto) e começou a entoar palavras mágicas com o nome de Xenoth no meio. Nisso os voluntários reapareceram do outro lado da ravina, mas não pulavam, pois com o movimento de pulo os deixariam muito próximos ao monstro.

Com o chamado do monstro, Xenoth não resistiu e saiu do arbusto em direção do Tylor. Tanis grita por Xenoth. Tyresan diz para o meio-elfo ficar onde está, mas Tanis não o escuta e avança puxando uma flecha mirando na cabeça.

A flecha é solta no instante que o rabo da criatura acerta Xenoth no peito com seu rabo, que grita. Tanis manda outra flecha. Subitamente Tanis escuta um trote próximo dele e Miral surge em seu cavalo branco e cinza, indo na direção do monstro, recitando um encanto enquanto cavalgava. Raios surgem de seus dedos e acertam o monstro que começava outra magia.

A explosão da magia arremessa Flint e Tanis. A criatura urra de dor tentando escapar da clareira, para fora das flechas que agora choviam vindas dos elfos.

Finalmente o Tylor estava morto, com várias flechas em sua pele e uma no olho(acertada por Tanis). Há 10 pés estava Miral, sua face preta com as cinzas da explosão e sua mão direita sangrando.

Xenoth estava morto. De repente todos olham para Tanis, pois sua flecha estava no peito de Xenoth.

***

O fato deu início a uma grande discussão, todos estavam acusando Tanis, salvo Flint e Miral, mas não levou a lugar algum e decidiram retornar a Qualinest para resolver o assunto com o Speaker.

Após questionaram a quem se daria o mérito pela morte do Tylor, Miral ou Tanis. Flint olhando para o braço e mão direitos machucados de Miral, questiona o imenso poder, já que Miral era considerado um mago fraco na corte. Nem mesmo Miral soube explicar seu poder. Comentou que viu a situação de perigo, que se lembrou de Arelas, sentindo um poder que nunca havia sentido. Ao contar, o mago foi ficando sem ar e fraco, desfalecendo.

***

Retornaram a Qualinest e Tanis ficou sendo vigiado em seu quarto. Logo, Flint e Miral apareceram dizendo que tudo tinha sido explicado e que o crédito da morte do Tylor foi dado a Miral.

Laurana apareceu comentando de sua conversa com o Speaker, sabendo que Tanis somente a amava como irmã. Ela vai embora dizendo poder aprender a odiá-lo e que jogasse o anel fora.

***

Flint e Tanis novamente conversam na loja. Lithanas teria ocupado o lugar de Xenoth e após conversaram sobre os provérbios da mãe de Flint, então Flint começou a fazer desenhos para o medalhão cerimonial.

No outro dia Flint levou os desenhos para Solostaram que os aprovou, ficando preocupado com o tempo para fazê-lo, a cerimonia seria em duas semanas. Após o Speaker confessa as dificuldades no comando dos elfos, a situação da morte de Xenoth e a acusação de Tanis ainda não estavam esquecidos.

***

Novo pesadelo de Miral. Ele estava de volta na caverna, com roupas sujas de criança, não sabendo quanto tempo estaria lá. Não tinha fome nem cansaço. Tudo que ele precisava aparecia do nada. Não sabia onde estava, nem onde era a saída da caverna e não se preocupava mais. Uma Presença chamava por ele no fundo da caverna prometendo tudo que quisesse, se o colocasse livre. De repente ela sabia onde ir, atravessando rapidamente o labirinto, indicado pela Presença.

Quando Miral chega em uma sala nova, uma forte luz impede dele enxergar. A sensação de bondade desaparece, deixando um mal avassalador. Ele grita e estremece em terror. No meio da sala está uma gema pulsante maior que sua cabeça. Seus olhos doem mesmo os fechando. A gema pede que a liberte, prometendo tudo.

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